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9 dicas para escolher o melhor consórcio de carros

Escolher o melhor consórcio não precisa ser tão difícil. Algumas ações são suficientes para um fazer um bom negócio!

A atual conjuntura econômica do país colocou os consórcios, mais do que nunca, em evidência. Podemos dizer que poucas pessoas possuem atualmente condição de comprar um veículo à vista, levando a maioria esmagadora dos consumidores desse mercado a recorrer aos financiamentos ou aos consórcios.

Entretanto, ao mesmo tempo em que a renda está em queda, a taxa básica de juros do país, a Selic, é simplesmente uma das mais altas, e isso, por sua vez, tem feito com que o consórcio, que não cobra juros de seus consorciados, entre cada vez mais em evidência no mercado nacional.

Quer saber qual o melhor consórcio de carros? Então confira 9 dicas que preparamos para auxiliá-lo nesse objetivo!

1. Pesquise o consórcio de carros

Os números não mentem e mostram que cada vez mais brasileiros têm recorrido aos consórcios para comprar um veículo.

Sendo assim, antes de assinar qualquer contrato, é de suma importância conferir no site do Banco Central quais administradoras estão autorizadas pelo órgão máximo do sistema financeiro do país a realizarem esse tipo de operação comercial no mercado.

Além disso, no próprio site do Banco Central, no site do Procon ou ligando para o número 151, você também pode pesquisar a respeito de eventuais reclamações que determinada empresa recebeu de ex-consorciados, diminuindo as chances de que venha a se arrepender no futuro por não ter sabido qual o melhor consórcio.

2. Conheça a sua capacidade financeira

Outro ponto que também deve ser muito bem analisado é a sua real condição financeira de entrar em um consórcio, pois especialistas em finanças pessoais indicam que o valor total que você gasta com o pagamento de bens a prazo não supere 30% de sua renda mensal.

Dessa forma, ao estimar o valor máximo de sua parcela mensal, uma boa dica é sempre deixar uma folga entre esse teto de 30% — ou outra porcentagem abaixo disso que você determinar, pois isso pode evitar que suas prestações se tornem bolas de neve impagáveis e acabem excluindo-o do consórcio.

3. Leia bem o contrato antes de assinar

Essa dica pode parecer um pouco clichê, mas, para qualquer compromisso financeiro, lembrar-se dela é realmente importante para que você consiga escolher o melhor para as suas necessidades e o seu bolso.

Afinal, assinar um contrato é assumir uma responsabilidade legal com a outra parte interessada e, para evitar problemas futuros, é fundamental sua leitura de forma minuciosa. Leia atentamente e tire suas dúvidas, questione, busque auxílio da administradora ou de alguém de sua confiança.

No contrato constarão todas as regras que devem conduzir o negócio. Dentre essas regras, estão o valor do crédito contratado, o prazo para o pagamento, o valor das prestações mensais, o valor do reajuste e o seu prazo, as condições de contemplação, as taxas, os direitos e obrigações do consorciado e da administradora, dentre outros aspectos.

4. Fique atento com as promessas feitas na hora da venda

Antes de assinar qualquer contrato, é sempre interessante que você confira se o vendedor que está lhe atendendo é devidamente autorizado a realizar esta operação — principalmente se você estiver comprando uma cota de terceiros.

Além disso, nunca acredite em promessas como “você será contemplado logo se pagar uma taxa a mais” ou “após sorteado você não precisará mais pagar suas parcelas”.

Em relação à promessa de contemplação rápida, ninguém, em hipótese alguma, possui uma maneira de garantir que você será sorteado e quando será sorteado, pois todos os participantes do grupo de consórcio concorrem em condições iguais nas assembleias mensais.

Caso tenha alguma dúvida, antes do fechamento, certifique-se com a administradora as informações fornecidas.

5. Liberdade de escolha de seu veículo

Ao procurar um consórcio para adquirir um veículo, muitas empresas perguntarão que carro você tem em mente.

Algumas utilizarão essa informação apenas para estipular o valor de crédito a ser consorciado, mas outras, por outro lado, podem tentar vender um consórcio de um automóvel específico, e não a concessão de uma carta de crédito no valor do carro que foi informado por você.

Após a contemplação, você pode mudar de ideia a respeito do veículo escolhido. Caso sua nova preferência seja mais cara, por exemplo, ela ainda poderá ser utilizada como entrada na compra de outro automóvel.

6. Considerar os membros da família

O ideal é levar os membros da família para avaliar o veículo, afinal, o bem servirá para todos. Sendo assim, todos que irão usufruir devem conferir aquilo que será comprado, evitando frustrações e desentendimentos futuros.

Todavia, se não for possível que todos avaliem previamente o veículo, é preciso levar em consideração se o tamanho do automóvel é capaz de acomodar bem todos os ocupantes.

Sobretudo, quando se tem familiares com dificuldade de locomoção, com idade avançada ou com alguma deficiência, é bom assegurar-se de que não haverá problemas para entrar e sair do carro com facilidade.

Caso tenha filhos pequenos, vale a pena conferir se os bancos acomodam bem as cadeirinhas, para que as crianças sejam transportadas em segurança.

7. Frequência de viagens realizadas

Para não errar na escolha do veículo, a frequência de viagens também deve ser levada em consideração. Não importa se o deslocamento será feito por razões profissionais ou viagens de lazer.

Se existe a necessidade de cobrir longas distâncias regularmente, mas por razões de trabalho, o tamanho do porta-malas pode não ser um critério relevante. Agora se a família pega a estrada com frequência para passeios mais longos, é preciso ter espaço suficiente para acomodar as bagagens.

Principalmente se o automóvel deverá atender à necessidade de viagens frequentes, a quilometragem é uma informação importante, nesse caso, sendo mais viável a escolha de um carro novo ou seminovo. Afinal, a tendência é que um veículo muito “rodado” apresente problemas em um espaço menor de tempo.

8. Infraestrutura da região em que mora

Outro ponto de grande importância se refere às condições da região em que o veículo vai trafegar. Localidades que não apresentam calçamento, ou que apresentam ruas esburacadas e asfalto comprometido, demandam por carros mais altos.

Do contrário, ao transitar por falhas na pista, o veículo pode encostar no chão, acarretando não só em danos estéticos, como podendo danificar o cárter e demais partes vulneráveis abaixo do carro.

Ou seja, por mais atraente que um automóvel pareça, pode não ser uma boa compra se não for compatível com o tipo de terreno enfrentado, gerando prejuízos para o comprador, em vez de vantagens.

9. Acessórios que serão necessários

Atualmente, as concessionárias oferecem diversos tipos de acessórios, desde aqueles mais simples, como travas e vidros elétricos, até aqueles mais sofisticados, como sensor de chuva e teto solar.

Mas em vez de se render à sofisticação, o ideal é optar por aqueles opcionais que, de fato, são indispensáveis para oferecer um maior conforto. Por exemplo, o ar condicionado costuma ser muito útil para uma viagem mais agradável em épocas mais quentes, bem como a direção hidráulica faz com que seja menos cansativo dirigir por longas distâncias.

Investir em um carro com airbag e freios ABS também pode ser uma boa opção no quesito segurança. Enfim, sejam quais forem as opções escolhidas, o mais recomendado é prezar pela funcionalidade, não pela quantidade de itens.

Perceba que além de levar em consideração o consórcio de carros, você também precisa avaliar o veículo mais compatível com seu perfil. Com isso em mente será possível fazer um ótimo negócio!

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