Meu Primeiro Imóvel

Investir em imóveis: vale a pena?

O investimento em imóveis é considerado um dos melhores negócios, mas é preciso se atentar a alguns detalhes.

O caminho entre a conquista da independência e a estabilidade financeira costuma não ser dos mais curtos. Isso porque a maratona rumo ao crescimento não para com a conquista de uma renda para viver com conforto e segurança.

Na verdade, é preciso manter um movimento contínuo de investimentos para incrementar os ganhos e garantir o bem-estar em médio e longo prazo. Você por acaso já está avaliando a melhor opção para alocar seu dinheiro? Então este post foi feito sob medida para você!

Aqui vamos contar como o tradicional investimento em imóveis continua se mostrando uma alternativa segura e rentável para turbinar seu patrimônio. E além de apontar como esse tipo de ação pode ser vantajosa, também vamos mostrar como as oportunidades no setor imobiliário vêm crescendo mesmo durante a crise.

Dar dicas sobre como fazer a melhor opção de pagamento na hora de adquirir um novo imóvel e, ainda, como escolher aquele que irá, de fato, trazer o retorno esperado. Ficou interessado? Então continue de olho nos próximos tópicos!

Investir em imóveis é uma boa alternativa?

O investimento em imóveis sempre foi uma opção para quem tinha uma boa renda e, por isso, conseguia poupar o suficiente para adquirir terrenos, casasapartamentos ou salas comerciais.

As gerações dos seus pais e avós certamente consideravam a alternativa por sua lucratividade e segurança. Mas o perfil comum de investidor individual vem encontrando outras possibilidades nos últimos anos, que vão desde a renda fixa, passando por pequenos investimentos na bolsa de valores até chegar ao acesso facilitado à previdência privada.

E, em meio a esse grande leque de opções, por que escolher justamente investir em imóveis? Pois vamos mostrar já algumas vantagens dessa ação.

O mercado imobiliário vai bem mesmo na crise

Não é segredo para ninguém que vivemos em um momento de forte instabilidade econômica, turbinada por uma crise política de grandes proporções. Por essas e outras razões, os investidores estão cada vez mais cautelosos para tomar qualquer decisão.

Aí entra o investimento em imóveis, que vem se mostrando bastante favorável, apesar dos pesares. Entre os fatores que justificam essa alternativa está a estagnação dos preços de insumos, como materiais de construção e até da mão de obra, além da crescente procura de imóveis para locação.

Nesse momento em que os preços estão em baixa, a atração de investidores que pretendem ganhar com a valorização em médio e longo prazo é quase certa!

Os imóveis são investimentos seguros

Qualquer investimento envolve riscos, correto? Mas seus pais ou avós não estavam errados em acreditar que o investimento em imóveis é um dos que apresenta perigos menores. Isso se deve ao fato de que você não está adquirindo papéis ou simplesmente especulando.

Na verdade, você está transformando seu dinheiro em um bem sólido, em um patrimônio que passa a ser seu. É claro que é preciso tomar certos cuidados para evitar depreciações, além de estar ciente de que mesmo o mercado imobiliário pode apresentar ciclos de altas e baixas.

Mesmo assim, você sempre terá a opção de recuperar o investimento, seja por meio da locação ou mesmo da revenda do bem.

Os imóveis geram renda

Ter uma renda além dos seus ganhos regulares com o salário é o sonho de todos que querem manter uma boa qualidade de vida, conquistando a ascensão financeira ou um porto seguro para enfrentar quaisquer eventualidades, ou ainda usufruindo da renda na aposentadoria.

Já que sempre podem ser revendidos ou alugados, imóveis podem gerar ganhos mensais previsíveis e constantes. Mais adiante, neste post, vamos explicar quais são, afinal, as melhores formas de transformar seu investimento em bens imóveis em uma renda suficiente até para que viva exclusivamente dela.

Quais são as formas de pagamento para investir em imóveis?

Agora que você já sabe que investir em imóveis é uma opção segura e rentável, chegou a hora de pensar em como efetivamente realizar esse investimento. Para isso, é preciso primeiramente conhecer suas próprias finanças, bem como ter um bom controle das suas contas pessoais e bastante disciplina para não se perder.

Neste tópico, listamos as 3 principais formas de pagamento para você avaliar qual é a mais adequada para seu perfil. Veja só:

Pagamento à vista

De fato, não importa se você está comprando uma casa, um carro, um smartphone ou fazendo as compras do mês: pagar à vista é sempre a melhor opção. Dessa forma, você não precisa lidar com juros ou taxas e ainda está em posição privilegiada para negociar melhores preços, descontos e até algumas vantagens.

No entanto, é preciso ser realista, entendendo que a esmagadora maioria dos brasileiros não tem condições de fazer um investimento de tão grande porte em uma única tacada. Afinal, seria preciso poupar por anos para contar com o valor do imóvel livre na conta. E, mesmo assim, nada seria garantido.

Apesar disso, vale lembrar que é raro, mas possível sim contar com essa quantia. Imagine se você recebe uma herança, tem dinheiro guardado na poupança ou ainda pretende se desfazer de um outro bem de alto valor agregado (como um carro ou mesmo outro imóvel) para adquirir um novo bem. Passa a ser mais possível, não concorda?

Nesses casos, também vale lembrar que ter o dinheiro não é tudo. É preciso avaliar se o pagamento à vista do seu novo patrimônio não interferirá nas suas finanças — ou seja, se após a compra você ainda terá um dinheiro de segurança para eventualidades ou mesmo para arcar com outros investimentos.

Financiamento

Uma das alternativas mais comuns para quem pretende adquirir a casa própria ou um segundo imóvel para investimento é buscar um financiamento.

Na prática, o funcionamento dessa modalidade é simples e pode ser explicado da seguinte forma: você encontra um imóvel do seu interesse e solicita a um banco ou a uma financeira um empréstimo para realizar o pagamento.

Esse empréstimo deve ser quitado em um prazo longo, fazendo com que as parcelas sejam relativamente menores e, portanto, condizentes com sua capacidade de investimento. O banco empresta a quantia necessária para que você adquira o imóvel imediatamente e espera receber o valor cedido com o pagamento das mensalidades.

Mas, para avaliar se o financiamento é uma boa opção, convém avaliar alguns fatores. Acompanhe e monte agora mesmo sua checklist:

Valor da entrada

Toda financeira exige o pagamento de uma entrada, que faz o papel também de garantia. Em geral, esse valor pode variar entre 10% e 30% do valor total do imóvel. Isso significa que é preciso ter uma boa quantia de dinheiro disponível para dar o pontapé inicial nesse tipo de pagamento.

Também vale lembrar que, quanto maior é a entrada, menor se torna o tempo de que você precisará para saldar a quantia restante, bem como menores passam a ser as taxas de juros cobradas. Um último detalhe: seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser sacado para essa operação.

Taxa de juros

Obviamente, ninguém empresta dinheiro totalmente de graça — principalmente bancos e financiadoras. Nesses casos, as instituições trocam o empréstimo pela cobrança de juros mensais nada modestos. Isso significa que, a cada parcela investida no seu imóvel, uma boa parte será usada unicamente para saldar a taxa de juros.

E, por mais que o valor possa parecer pequeno a cada pagamento, lembre-se de que ele se acumula ano após ano nessa modalidade de compra reconhecida por ser uma opção para investimentos de longo prazo.

Nível de burocracia

Além dos juros altos, uma das grandes dores de cabeça para o brasileiro se chama burocracia. Ter que lidar com uma série de papéis, visitas a cartórios, bancos e entidades do governo nunca é uma atividade prazerosa ou sequer fácil.

E, infelizmente, os financiamentos têm sua cota nada pequena de entraves burocráticos. É preciso comprovar renda, mostrando que o pagamento das parcelas não afetará mais que 30% do seu orçamento familiar, além de oferecer garantias de que você não se tornará inadimplente, tudo para ter seu crédito finalmente aprovado.

Consórcio

Outra opção bastante comum para quem está pensando em investir no mercado imobiliário é o consórcio, uma espécie de poupança programada em grupo, por meio da qual todos os consorciados unem esforços para adquirir um imóvel próprio, contribuindo para o caixa coletivo com o pagamento de mensalidades.

Assim, a cada mês, um ou mais participantes são contemplados, eles recebem uma carta de crédito usada para adquirir o bem escolhido. O processo se repete durante o período do grupo até que todos tenham sido contemplados.

Mas é claro que o consórcio também tem características próprias que devem ser devidamente analisadas. Vamos a elas?

Isenção de juros

Ao contrário do financiamento, o consórcio não inclui o pagamento de taxas de juros, muito menos exige que seus participantes ofereçam uma entrada. Isso significa que, mesmo sem ter um bom dinheiro guardado, é sim possível iniciar o investimento no imóvel.

As taxas cobradas em um consórcio são, em geral, a taxa de administração, fundo de reserva e, quando contratado, o seguro de vida. É um valor que a administradora do consórcio cobra para gerir o grupo de cotistas, embutindo ali um pequeno montante para a manutenção de um fundo de reserva, espécie de seguro para ser usado em caso de inadimplência ou desistência de qualquer consorciado.

Forma de contemplação

Como explicamos brevemente no início do tópico, as cartas de crédito são sorteadas mensalmente entre os participantes do consórcio. Isso significa que você pode receber o valor necessário para quitar seu imóvel logo nos primeiros meses ou durante o prazo do grupo contratado.

No entanto, existem maneiras seguras de encurtar o caminho do consorciado até sua carta de crédito. Estamos falando dos lances que funcionam como um adiantamento do pagamento de parcelas da sua cota para aumentar a probabilidade de você ser sorteado em determinado período.

Assim, você pode usar uma quantia extra do seu orçamento pessoal para acelerar sua contemplação.

Nível de burocracia

Em geral, a participação em um consórcio é bastante simples, sendo menos burocrático que os modelos tradicionais de financiamento. Mas atenção: isso, no entanto, não significa que o processo não é seguro!

Toda administradora de consórcio é fiscalizada pelo Banco Central para garantir que os processos corram dentro da legalidade. Por essas e outras, não restam dúvidas: o processo para participar de um consórcio é seguro e mais ágil que o de um financiamento.

Garantia de previsibilidade

Como já citamos, o consórcio não inclui o pagamento de juros, mas apenas de taxas administrativas. Isso significa que o interessado pode escolher planos com parcelas que não só caberão no seu bolso como se manterão estáveis ao longo dos anos.

Vale ressaltar, no entanto, que as parcelas no consórcio de imóveis são ajustadas anualmente. Mas nada de preocupação, porque esse ainda é um índice bem mais amigável que os juros e seu crédito está sendo corrigido. Assim mantém seu poder de compra.

Como gerar renda a partir desses imóveis?

Uma dúvida bastante comum para quem pretende investir em imóveis é: como transformar o dinheiro aplicado em lucro e renda? E, por mais que as respostas sejam variadas, costumam partir de dois pontos: venda ou aluguel.

E, como cada caso envolve situações diferentes, devem ser analisados com cuidado para que você tome a decisão mais acertada. Confira o que avaliar em diferentes cenários:

Venda

A venda direta se trata de, basicamente, adquirir um determinado imóvel e esperar que ele se valorize de acordo com o ciclo do mercado. O modo mais comum de se fazer isso é comprando imóveis na planta, em bairros ou cidades que apresentem uma forte tendência de valorização.

E, se um bairro se valoriza, o imóvel segue a mesma onda. Aí está uma excelente oportunidade para o investidor lucrar! Só tome um certo cuidado, porque por mais que essa pareça ser uma opção confortável, também pode ser arriscada, na medida em que é difícil prever com total assertividade quais bairros de fato sofrerão valorização que justifique investimentos.

Construção

O que acha de comprar para construir, adquirindo um bem de baixo valor agregado e realizando benfeitorias para revendê-lo por um preço que trará lucro? No caso do mercado imobiliário, estamos falando basicamente em comprar terrenos para construir prédios, casas ou salas comerciais.

O trabalho é maior, mas os ganhos normalmente são bem mais altos. Só é preciso levar em conta que, nesse caso, o montante necessário não se resume apenas à compra do terreno, mas também de materiais de construção, pagamento de mão de obra qualificada, além dos diversos encargos das prefeituras para a construção.

É, portanto, um tipo de investimento que deve ser feito por quem tem know-how ou ao menos uma assessoria realmente qualificada.

Reforma

Esse é o meio-termo entre as duas possibilidades apresentadas anteriormente: comprar um imóvel que pode ter seu valor de mercado melhorado para a venda ao fazer apenas pequenas mudanças e reformas de infraestrutura.

É uma boa opção para quem quer adquirir um imóvel usado, mais barato, e fazê-lo valer mais com investimentos modestos e ações rápidas — afinal, uma reforma tende a ser sempre mais ágil que uma construção inteira, não é mesmo?

Aqui, mais uma vez, vale lembrar que a reforma em si já é um novo investimento. Portanto, implica em custos com pessoal, material e impostos.

Locação

Um dos primeiros pensamentos para quem deseja ter uma renda fixa mensal extra é comprar um imóvel para, em seguida, alugá-lo. Assim, por mais que o retorno do investimento seja diluído em anos, é uma fonte segura de rendimento.

Além disso, no final das contas, você pode sempre optar por vender o imóvel caso precise de uma quantia maior de dinheiro. Aqui vale lembrar que, em geral, a locação é feita com a intermediação de uma imobiliária, que se tornará responsável por encontrar inquilinos e fazer as tratativas burocráticas em troca de uma remuneração.

Por isso, o valor cobrado pela imobiliária também deve entrar nas contas do seu investimento, ok?

Como escolher um bom imóvel para investir?

Não se engane: escolher um imóvel para investimento é muito diferente do que escolher um imóvel para uso próprio. Nesse contexto, saem suas preferências e necessidades pessoais (ou da família) para dar lugar a questões práticas e mais racionais.

É preciso, acima de tudo, analisar os números e as oportunidades de lucratividade. E, para não errar na hora de escolher o imóvel ideal para investir, procure levar em conta as dicas que preparamos a seguir!

Escolha um investimento que caiba no seu orçamento

O primeiro ponto de atenção é não dar um passo maior que suas pernas. Assim, por mais que projete bons ganhos no futuro, você deve ter em mente que seu retorno pode demorar um pouco a vir.

Então nada de fazer um investimento com os recursos que você nem sequer tem! Antes de dar qualquer passo, portanto, avalie sua vida financeira atual, dimensionando quanto de dinheiro você já tem guardado e disponível, a fim de traçar uma margem de custo mensal da qual você realmente pode dispor.

Em geral, é recomendável que o investimento nunca ultrapasse 30% dos seus ganhos totais. Assim você se mantém preparado para lidar com o compromisso de adquirir um novo imóvel sem colocar em risco sua própria segurança financeira.

Pesquise com cuidado as possíveis localidades

Quais bairros da cidade em que pretende investir estão em expansão? Existem projetos do governo para melhorar a infraestrutura de determinada região? Quais são os índices de assalto, o número de estabelecimentos comerciais e de agências bancárias próximos ao imóvel escolhido? Quais são as alternativas de mobilidade urbana que o bairro oferece?

Responder a essas perguntas com precisão ajuda a dimensionar o valor do metro quadrado do local escolhido, bem como facilita a avaliação da tendência de valorização em médio ou longo prazo. Assim, investir em bairros mais periféricos pode até demandar menos dinheiro, mas o retorno não é garantido.

Do outro lado, escolher regiões tradicionais pode contar a favor da estabilidade, mas talvez sua opção não tenha retornos muito expressivos.

Tome o máximo de cuidado com imóveis na planta e usados

Por mais que tenhamos falado que investir em imóveis na planta ou usados pode ser uma opção inteligente para quem procura boas taxas de retorno, ambos os casos inspiram cuidados.

No caso de imóveis na planta, verifique a reputação da construtora para se prevenir contra atrasos excessivos na entrega ou mesmo problemas mais graves, como desvio do plano original no momento da construção ou a não entrega do bem.

Já imóveis usados podem apresentar preços incrivelmente vantajosos, mas só devem ser adquiridos após uma rigorosa avaliação.

Afinal, você até pode pretender fazer reformas pontuais para valorizar o imóvel, mas se não avaliá-lo de forma correta, pode acabar se deparando com problemas graves de infiltração, rede elétrica ultrapassada ou mesmo danos estruturais que encarecerão demais a reforma, fazendo com que o investimento não seja tão vantajoso.

Leve em consideração a localização do imóvel

Dentre os fatores que mais influenciam no valor do imóvel, a localização é uma das características mais importantes. Estar situado próximo a terminais de ônibus, estações de trem, metrô ou mesmo nas imediações de vias de acesso importantes, é um atributo que valoriza muito a casa ou apartamento.

Ainda que o imóvel necessite de reformas e melhorias, o seu preço de mercado varia muito pouco. Afinal, por exemplo, estar numa região privilegiada da cidade gera muita procura, independentemente de quais forem as condições do imóvel.

De igual forma, por melhor que seja uma casa ou apartamento, se estiver situada em um bairro considerado violento ou muito afastado dos centros urbanos, o seu valor sofre depreciação.

Avalie a estrutura do imóvel

A estrutura de um imóvel é outro aspecto de grande importância para ser avaliado. Prédios muito antigos não inspiram muita confiança, mas não só isso, os esforços e custos de manutenção costumam ser bem maiores.

Quando se pensa em reformar uma casa ou apartamento, geralmente, se parte da premissa que estruturalmente ele está bom, todavia paredes comprometidas, infiltrações severas e rachaduras são problemas sérios e merecem maior atenção.

Considere o tempo de construção

A idade do imóvel é outro ponto importante, afinal, mesmo que se apresente muito conservado, quanto maior for o tempo de construção, menos valorizado é o prédio.

Imóveis mais antigos podem ter instalações hidráulicas e elétricas comprometidas, demandando reparos, incluindo a substituição de tubulações e de fiação.

Enfim, para fechar um bom negócio, em vez de se deter as aparências, é bom pesquisar e conhecer mais a fundo os dados do imóvel e o seu tempo de existência, evitando, assim, surpresas desagradáveis.

Preste atenção no acabamento

Um dos aspectos de maior valor em qualquer objeto está nos detalhes, e no que diz respeito aos imóveis não é diferente. Um bom acabamento valoriza muito uma casa ou apartamento.

Na verdade, o acabamento é uma das primeiras impressões que se tem de um imóvel. Afinal, não basta que o imóvel seja habitável, a qualidade da pintura, do reboco, a forração e os azulejos devem ser levados em consideração no momento de dimensionar o valor de compra, revenda ou locação.

Considere área de lazer e segurança

Quem está procurando por uma residência, quer muito mais do que um abrigo para viver e repousar. Seja uma pessoa solteira ou uma família, todos querem um lar, um ambiente que seja seguro e que ofereça opções de lazer.

Por essa razão, um empreendimento que possua portaria, segurança 24 horas, academia, piscina, área de convivência ou salão de festas agrega muito ao valor venal do imóvel. Não é à toa que, cada vez mais, as pessoas estão deixando suas casas para viver em um apartamento ou condomínio fechado.

Oferecer segurança a toda família sem precisar abrir mão da qualidade de vida é um dos principais critérios de compra de um imóvel. Portanto, quando uma casa ou apartamento preenche todos esses requisitos, a tendência é que seu valor aumente.

Viu como investir em imóveis é sim uma boa opção para quem deseja driblar a crise, incrementando sua renda e fazendo do novo patrimônio um porto seguro?

No entanto, é preciso seguir cada passo com cuidado e planejamento, desde a escolha da forma de pagamento, passando pela procura do imóvel até o modo como você o utilizará para recuperar seu investimento.

Também não se esqueça de manter um bom controle sobre o orçamento doméstico para não fazer com que seu investimento acabe se transformando em uma dor de cabeça! No mais, bons investimentos!

E aí, pronto para entrar de cabeça no mercado de imóveis? Pois então chegou o momento certo para você conhecer todos os seus direitos no que se refere ao consórcio de imóveis!