Planejamento Financeiro

Como começar a investir? 11 conceitos que você precisa dominar!

Iniciar um investimento é uma decisão importante. O primeiro passo é conhecer os principais conceitos. Leia!

Você está começando sua vida e tem objetivos bem definidos. Não quer perder tempo e pensa em começar a criar seu patrimônio pessoal, mas ainda não tem muito dinheiro nem sabe como começar a investir. O que fazer?

O primeiro passo é entender os principais conceitos. É a partir deles que você saberá o que deve fazer para realizar seus sonhos, como a compra do seu primeiro imóvel ou carro.

É por isso que focamos nos 11 conceitos que você precisa dominar para começar a investir. Nosso objetivo é indicar quais são os tipos de aplicações existentes e dar dicas que devem ser levadas em consideração na hora de escolher as melhores opções.

É isso que você quer saber? Então leia o post e confira as dicas que preparamos!

1. Como começar a investir

A decisão de começar a investir deve ser tomada cedo, porque isso oferece mais tempo para que você consiga se planejar. O que muitas pessoas fazem, porém, é guardar dinheiro na poupança. Será que essa é uma atitude válida?

A resposta é não. Apesar de a poupança ter alta liquidez (ou seja, o dinheiro pode ser sacado rapidamente), ela tem uma rentabilidade muito baixa, que nem chega a repor a inflação. Como você verá a seguir, existem diversos outros tipos de aplicações que são bastante seguras e contam com percentuais de retorno mais elevados.

Isso deixa claro que o planejamento financeiro deve vir acompanhado de uma tomada de decisão acertada. Afinal de contas, de nada adianta economizar dinheiro e colocá-lo para render em um investimento ruim, não é mesmo?

Nesse processo de investidor iniciante é preciso considerar algumas questões. Veja quais são elas:

1.1. Planeje-se financeiramente

planejamento financeiro é o primeiro passo para começar a pensar em investimentos. Você pode simplesmente guardar dinheiro todos os meses, mas pode ser que essa estratégia careça de informações mais qualificadas. Por exemplo: quanto você deve economizar todo mês? Por quanto tempo? Qual retorno terá?

Para se ter uma ideia, imagine a seguinte situação: você investe mensalmente R$ 1 mil com um prazo de 30 anos e uma rentabilidade de 15% anual. No final desse período, o montante economizado chegará a mais de R$ 5,5 milhões.

Esse exemplo deixa claro que não basta guardar dinheiro. É preciso saber onde investir. Ao mesmo tempo é necessário cuidar para não recair no erro principal dos investidores iniciantes, que é o de ignorar a inflação.

Voltando ao mesmo exemplo e usando como média de inflação 4,5% ao ano, o resultado da aplicação seria de quase R$ 2,1 milhões. Ou seja, existem diversas variáveis que interferem nos resultados que você poderá ter.

Uma coisa, porém, é certa: você precisa começar a investir com um planejamento financeiro garantido.

1.2. Defina quais são seus objetivos

A próxima etapa é definir quais são seus objetivos, ou seja, o que deseja. Você prefere comprar um apartamento ou adquirir um carro? Ou você deseja tudo isso e um pouco mais?

Pense sobre suas metas de vida e faça um cálculo de quanto cada uma delas custa. Aproveite e defina um prazo para que sejam alcançadas. Isso ajuda a traçar estratégias claras e é uma forma de você se motivar a reservar dinheiro mensalmente.

Se você ainda não tiver metas bem definidas pode começar com duas bem simples: uma reserva de emergência, que possa ser resgatada a qualquer momento e com valor suficiente para que se mantenha pelo período de 6 meses a 1 ano, e a aposentadoria, que é um investimento de longo prazo.

1.3. Estude e pesquise

As decisões de investimento são complexas e você precisa ter um conhecimento prévio como investidor. A melhor forma de ter acesso a informações relevantes é estudar e pesquisar.

Você pode fazer isso pelo Google, acessando sites especializados ou até mesmo lendo alguns livros importantes. Algumas dicas de obras úteis são:

- Como investir dinheiro, de Rafael Seabra;
- Pai rico, pai pobre, de Robert T. Kiyosaki;
- Vamos falar de dinheiro, de Conrado Navarro;
- Os segredos da mente milionária, de T. Harv Eker;
- Investimentos inteligentes, de Gustavo Cerbasi;
- O homem mais rico da Babilônia, de George S. Clason;
- O milionário mora ao lado, de Thomas J. Stanley e William D. Danko.

1.4. Entenda que o desempenho passado não é garantia de retorno futuro

Essa é uma das máximas das finanças e é algo que você precisa ter sempre em mente. Você deve analisar o histórico do investimento no qual está interessado e identificar se os resultados são consistentes ao longo do tempo ou se há muitos altos e baixos.

Essa não é uma segurança, porque todo investimento tem algum nível (maior ou menor) de risco. Porém, é uma forma de contar com menos incerteza.

1.5. Veja qual nível de risco você está disposto a correr

Os investimentos possuem riscos, até mesmo se você deixar o dinheiro embaixo do colchão. Mas é verdade que há diferenças de intensidade de acordo com a aplicação.

Alguns dos riscos existentes são a possibilidade de desvalorização do investimento, da rentabilidade ser menor que a inflação, de não poder resgatar o valor no momento desejado, dos níveis econômicos caírem, da instituição financeira ir à falência, entre outros.

Essas possibilidades não devem afastá-lo da sua decisão. Saiba que, de modo geral, os riscos são proporcionais ao retorno que oferecem. Ou seja, quanto maior ele for maior a rentabilidade e vice-versa.

Saber quanto de risco você está disposto a correr permite obter o retorno mais elevado de acordo com o seu perfil.

1.6. Coloque seu conhecimento em prática

O sucesso financeiro só será conquistado depois de você praticar bastante. Você já se planejou, estudou e agora chega o momento de criar, executar e gerir uma estratégia de investimentos.

Para ter mais certeza das suas ações você pode fazer minicursos disponíveis na internet (alguns são gratuitos), pegar dicas (como as deste post) e verificar mais informações sobre alocação de ativos, carteiras de investimentos, fundos imobiliários e outros conceitos que vamos entender melhor em seguida.

2. 11 Conceitos que você precisa dominar para ter sucesso

Os conceitos do mundo dos investimentos são necessários para que você consiga chegar ao sucesso. Por mais que ainda seja um iniciante é válido conhecer todos os termos importantes para compreender melhor como as aplicações funcionam.

Vamos ver, então, os 11 principais conceitos relativos aos investimentos. Confira:

2.1. Taxa CDI

Essa sigla é referente a Certificado de Depósito Interbancário. Essa taxa serve como base de cálculo para muitos investimentos e, por isso, é necessário compreender o que significa.

Para chegar a esse conceito é preciso entender primeiramente como funciona a rotina financeira de uma instituição. Os bancos precisam honrar seus compromissos e fazer dinheiro.

Para lidarem com essa situação eles emprestam recursos e também os tomam emprestado. Essas transações ocorrem diariamente e muitas têm curtíssimo prazo, de apenas um dia.

Uma forma de exemplificar essas operações é imaginar que o banco X pegou dinheiro do Y por meio de títulos emitidos. A instituição Y empresta do Z, que faz um empréstimo para o P e o S. Esse processo ocorre indefinidamente.

As transações são firmadas pelo CDI e cada uma possui uma taxa de juros atrelada. As entidades reguladoras do mercado calculam a média desses índices de CDIs que foram emitidos no dia e determinam o percentual desse indicador.

Ao final do mês a taxa diária é calculada para alcançar o total mensal. Esse percentual é aplicado para diversos investimentos, que têm seu retorno sujeito a esse índice.

2.2. Rentabilidade

Esse é um conceito aparentemente simples, mas que pode suscitar muitas dúvidas. Pare e pense: você sabe exatamente o que significa quando dizemos que um investimento rende 1% ao mês?

Explicando por meio de um exemplo vemos que uma aplicação de R$ 1,5 mil com rentabilidade de 1% ao mês trará de retorno R$ 15 mensais, que representa 1% acima do montante investido inicialmente.

Quando pensamos na rentabilidade de 1% ao mês por 2 meses devemos calcular por meio de juros compostos. Por exemplo: se no primeiro período o cálculo era de 1.500 x 1,01 = 1.515, vemos que no segundo a fórmula é 1.500 x 1,01 x 1,01 = 1.530,15.

2.3. Liquidez

A explicação desse conceito é bastante simples e rápida. Ele indica a potencialidade de um investimento se transformar em dinheiro. Por isso dissemos anteriormente que a poupança tem alta liquidez, já que basta você ir ao banco e sacar os recursos disponíveis.

Quando indicamos que determinada aplicação possui liquidez diária o que queremos dizer é que é possível se desfazer do investimento a qualquer momento — é o caso da poupança. Já os imóveis possuem liquidez menor, porque dependem de um comprador.

Ainda é comum ouvir que determinado investimento tem uma liquidez D+15, por exemplo. Isso significa que, depois da solicitação de resgate, ainda há uma espera de 15 dias para que você tenha o dinheiro disponível na sua conta-corrente.

2.4. Riscos de investimento

Os riscos determinam qual é a possibilidade do investidor conquistar o lucro que deseja. Há três categorias: arrojados, moderados e seguros.

Os investimentos seguros são aqueles em que o investidor sabe quanto ganhará de retorno. Eles tendem, porém, a ter uma rentabilidade menor. Encaixam-se nesse quesito a renda fixa, como é o caso da poupança e das aplicações prefixadas.

Um quesito de segurança é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Ele é uma espécie de seguro no valor máximo de R$ 250 mil que garante o retorno desse montante no caso de quebra da instituição financeira que faz a alocação dos recursos.

Os investimentos moderados têm menor chance de risco, mas rentabilidade mais alta. Eles tendem a variar de acordo com as flutuações da economia. É o caso do Tesouro Direto pós-fixado, por exemplo.

Os investimentos arrojados têm riscos altos, mas uma rentabilidade superior aos outros. É aplicável para a renda variável, como as ações.

2.5. Diversificação

Os especialistas em economia recomendam que os investidores façam a diversificação de seus investimentos. O que isso significa? Alocar o capital em diferentes opções de aplicações.

A finalidade dessa prática é diminuir os riscos e as possibilidades de perdas. Por exemplo: quando você investe ao mesmo tempo em renda fixa e variável tende a assegurar a compensação dos prejuízos de uma aplicação com os ganhos obtidos em outra.

Indica-se que todos os tipos de investidores apostem na diversificação, porque assim conquista-se o maior retorno possível considerando todas as variáveis.

A proporção dos riscos depende do seu perfil. Se você deseja ter uma rentabilidade mais alta, deve apostar mais na renda variável. Por outro lado, se busca mais segurança, deve optar em maior parte por outras aplicações, que vão assegurar rendimentos menores e seguros.

2.6. Fundos de investimento

Esse é um tipo de aplicação que funciona como um condomínio. Ao investir em um fundo você compra uma cota e passa a ser representado por um administrador geral, que é um profissional especialista. Será ele quem decidirá as formas de alocação do dinheiro.

A grande vantagem é que os fundos possibilitam variar os investimentos. Ou seja, quando aplica seu dinheiro nessa aplicação você assegura que os recursos financeiros sejam alocados em diferentes opções — e isso traz chances de ganhos maiores.

Os fundos podem ser do tipo DI (Depósito Interbancário), inflação, renda fixa, imobiliário, ações ou multimercado. No caso das ações é possível investir em diferentes empresas, medida que também potencializa os ganhos e reduz os riscos.

2.7. Valor da cota

Os fundos contam com cotas, que são a divisão do capital para que cada investidor tenha uma parcela. Todos possuem a propriedade de partes da carteira, sendo que isso depende do valor aplicado.

valor das cotas sofre atualização diária. Para saber quando vale o dinheiro que você investiu é preciso multiplicar o total de partes que possui pela quantia que elas valem no dia. Essa consulta pode ser feita em jornais ou no site da instituição financeira que gerencia o fundo.

Você também pode calcular a rentabilidade bruta de acordo com o valor da cota, porque já estão incluídos os percentuais repassados ao gestor a título de taxa de administração. O cuidado que se deve ter é o desconto dos impostos incidentes sobre o investimento.

2.8. Composição da carteira de investimentos

carteira de investimentos deve refletir o fundo de ações e a estratégia de aplicação. Isso varia conforme o seu perfil, os riscos, o que pretende alcançar, o prazo que deseja obter etc.

Lembre-se de sempre considerar o retorno e o risco, porque esses conceitos são paralelos. Focar somente na rentabilidade pode fazer com que sua estratégia traga resultados abaixo do esperado.

2.9. CDB

Certificado de Depósito Bancário é um tipo de título emitido pelos bancos para conseguir dinheiro. Os investidores emprestam um montante às instituições financeiras e recebem determinada taxa de juros de volta.

Esses títulos podem ser pré ou pós-fixados. O primeiro caso é quando você já sabe quanto receberá no vencimento. O segundo é quando o retorno varia de acordo com algum indexador, como o CDI, que geralmente é a base para o CDB.

2.10. LCA e LCI

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI) são investimentos similares. Ambos são de renda fixa e possuem isenção do Imposto de Renda. São boas alternativas para investidores iniciantes e, desse ponto de vista, não há diferenças. Vale a pena escolher o papel que apresentar maior rentabilidade.

2.11. Consórcio

Essa é uma modalidade de investimento adequada para pessoas que não querem pagar juros e não têm pressa de adquirir o bem.

O principal benefício do consórcio é possibilitar a aquisição de bens móveis ou imóveis pagando taxas menores, já que incide somente um percentual destinado à administração.

Outra vantagem é servir como um investimento mensal. Ou seja, você se obriga a guardar dinheiro todos os meses e esse valor vai sendo somado a um fundo compartilhado.

O consórcio funciona da seguinte maneira: você adquire uma carta de crédito — para comprar uma casa ou um carro — por determinado valor e com pagamento em um período determinado, por exemplo, 80 meses. Mensalmente você paga uma parcela e participa das assembleias onde pode ser sorteado.

O sorteio é realizado conforme a especificação em contrato. Você também pode dar um lance, ou seja, oferecer determinado valor para ter uma chance maior de ser contemplado.

Se o seu lance for o vencedor ou você for sorteado terá direito a efetivamente adquirir a carta de crédito e comprar o seu bem.

3. 5 dicas importantes para escolher investimentos

A escolha do investimento mais adequado para a sua situação é uma decisão difícil. A seguir vamos apresentar algumas dicas que vão tornar esse processo mais simples. Confira:

3.1. Esteja seguro contra acidentes, desemprego e outros imprevistos

O cenário econômico instável e o aumento do desemprego fazem com que muitas pessoas busquem alternativas para se garantirem em caso de imprevisto. O ideal é você ter pelo menos o equivalente a um ano de trabalho.

Para manter esse dinheiro com alta liquidez procure buscar investimentos que permitam sacar o valor rapidamente. Os melhores são aqueles que possuem curtíssimo prazo.

Nesse caso, seu principal objetivo é obter um rendimento que cubra a inflação e assegure a manutenção do valor do capital.

3.2. Acumule dinheiro para a aposentadoria

O passo seguinte após ter dinheiro para imprevistos é acumular dinheiro para a sua aposentadoria. Se você tem algum sonho grande invista nele primeiro, mas não perca esse objetivo de vista.

Para a aposentadoria você pode procurar serviços de previdência privada, mas sempre verifique as melhores opções de instituições financeiras para não ter surpresas desagradáveis no futuro.

para comprar uma casa ou um carro — por determinado valor e com pagamento em um período determinado, por exemplo, 80 meses. Mensalmente você paga uma parcela e participa das assembleias onde pode ser sorteado.

O sorteio é realizado conforme a especificação em contrato. Você também pode dar um lance, ou seja, oferecer determinado valor para ter uma chance maior de ser contemplado.

Se o seu lance for o vencedor ou você for sorteado terá direito a efetivamente adquirir a carta de crédito e comprar o seu bem.

3. 5 dicas importantes para escolher investimentos

A escolha do investimento mais adequado para a sua situação é uma decisão difícil. A seguir vamos apresentar algumas dicas que vão tornar esse processo mais simples. Confira:

3.1. Esteja seguro contra acidentes, desemprego e outros imprevistos

O cenário econômico instável e o aumento do desemprego fazem com que muitas pessoas busquem alternativas para se garantirem em caso de imprevisto. O ideal é você ter pelo menos o equivalente a um ano de trabalho.

Para manter esse dinheiro com alta liquidez procure buscar investimentos que permitam sacar o valor rapidamente. Os melhores são aqueles que possuem curtíssimo prazo.

Nesse caso, seu principal objetivo é obter um rendimento que cubra a inflação e assegure a manutenção do valor do capital.

3.2. Acumule dinheiro para a aposentadoria

O passo seguinte após ter dinheiro para imprevistos é acumular dinheiro para a sua aposentadoria. Se você tem algum sonho grande invista nele primeiro, mas não perca esse objetivo de vista.

Para a aposentadoria você pode procurar serviços de previdência privada, mas sempre verifique as melhores opções de instituições financeiras para não ter surpresas desagradáveis no futuro.

Se você opta por manter o domínio sobre seus investimentos, uma boa estratégia é preferir uma aplicação mais conservadora, porque você terá tempo para adquirir o montante necessário para a aposentadoria.

Você ainda pode diversificar esses investimentos. Por exemplo: investir na renda fixa e fazer um consórcio, porque isso vai trazer retorno com risco reduzido.

3.3. Considere a aquisição de um bem ou do negócio próprio

As pessoas geralmente têm o sonho de adquirir bens no futuro ou abrirem seu próprio negócio. Em qualquer dos casos o objetivo é assegurar o rendimento mais alto possível.

No caso do negócio próprio é possível dividir o total que você possui entre renda fixa e variável, principalmente os fundos de investimento. Eles asseguram retornos melhores e há menos riscos do que a renda variável tradicional. Essa é uma estratégia bem interessante para quem tem pouco conhecimento ou experiência no mercado financeiro.

Já na compra dos bens próprios indica-se fazer um investimento mais moderado, como o consórcio, que possui baixo risco. Essa recomendação é feita porque o total necessário é menor do que para a aposentadoria, então você consegue pagá-lo em menos tempo.

3.4. Analise os custos

Os investimentos possuem custos. Esse ponto deve ser observado antes de fechar negócio, porque você pode estar literalmente perdendo dinheiro.

O mais comum é haver a cobrança de uma taxa de administração e, em algumas situações, percentuais de retirada e de desempenho. Faça uma avaliação no mercado para descobrir a instituição que oferece o melhor custo-benefício em relação a esse quesito para garantir a mais alta rentabilidade.

3.5. Confira a tributação

tributação é outro ponto relevante, porque ela pode reduzir o seu retorno. Existem investimentos isentos, como a LCA, a LCI e as debêntures.

A maneira como as aplicações são tributadas pode variar. As de renda fixa geralmente levam em consideração a tabela progressiva do Imposto de Renda. Por isso, quanto mais tempo o investidor deixa o dinheiro aplicado menor é o imposto pago.

As aplicações em outros países e de renda fixa que possuem prazo menor do que 30 dias sofrem incidência de IOF regressivo. Isso significa que os tributos reduzem conforme o tempo passa nos primeiros 30 dias e depois desse prazo é totalmente devolvido.

Como você pôde perceber, os investidores iniciantes precisam tomar cuidado com várias questões e analisar diversos elementos antes de aplicarem seu dinheiro. Neste post você conferiu todas as dicas mais importantes para ter sucesso nessa empreitada.

Agora que você já sabe como começar a investir, leia o nosso post e entenda o porquê do consórcio ser considerado um investimento flexível e atraente!