Planejamento Financeiro

Controle de despesas pessoais: confira 12 dicas para se organizar

Conheça no post de hoje alguns segredos que vão ajudá-lo a economizar

Sem o planejamento e o cuidado adequados, aquela viagem dos sonhos, comprar um carro melhor ou adquirir o primeiro imóvel acabam ficando apenas no papel. Por essas e outras é que se torna fundamental manter um controle financeiro realmente rigoroso. Então, anote aí, desde já: para conquistar seus objetivos de vida, o ideal é começar pelo controle de despesas pessoais.

Afinal de contas, é preciso equilibrar ganhos e gastos de modo que, ao final de cada mês, você não passe por apuros financeiros. Mas como realizar um controle de despesas pessoais eficiente? É exatamente isso o que você aprenderá no post de hoje por meio de 12 dicas imperdíveis!

1. Entenda seu próprio comportamento

De fato, nenhum projeto de vida começa sem algum planejamento. E, quando se trata do âmbito financeiro, vale dedicar um tempo a mais para entender como é seu comportamento consumista. Assim, você reduz seus impulsos consumidores, a fim de controlar melhor suas despesas pessoais.

Comece pelo básico. Liste o quanto ganha e gasta por mês, categorizando as despesas em fixas (que ocorrem todos os meses) e variáveis (aquelas que geralmente consomem uma parcela considerável do seu orçamento). No rol das despesas fixas estão as mensalidades da faculdade e as prestações do aluguel, bem como gastos com transporte, luz, conta do celular e assim por diante. Já dentre as despesas variáveis estão as compras com cartão de crédito, despesas com vestuário e saídas com os amigos, por exemplo.

2. Coloque tudo sob controle

Depois de fazer a listinha de tudo o que você gasta por mês e (provavelmente) se surpreender com os resultados, é hora do compromisso. Coloque todas as informações em uma planilha ou em um dos diversos aplicativos para organizar as finanças. Desse modo, ao fim de cada mês, você obterá um saldo operacional positivo ou negativo. Positivo, se você estiver gastando menos que ganha, e negativo, se as contas estiverem altas demais.

A partir da formalização de seus compromissos financeiros, você já pode começar a se planejar para o futuro. Com a visualização e o entendimento do seu fluxo de caixa, fica mais fácil saber o que fazer para reduzir as despesas e maximizar as receitas.

3. Defina objetivos e procure priorizá-los

Qual é seu maior sonho de consumo? Quer ter um imóvel próprio sem passar por problemas financeiros, comprar um veículo ou fazer um intercâmbio? Coloque todos esses objetivos no papel e os classifique por ordem de prioridade, deixando no topo o que é mais importante para você neste momento. Vale a pena fazer uma pesquisa para avaliar quanto custa realizar cada um e saber quais são suas possibilidades no curto, médio e longo prazos.

Definidos os objetivos e as prioridades, planeje seu controle de despesas pessoais uma segunda vez, parcelando o custo do item número 1 da sua lista de sonhos para que você comece a pagar por ele agora mesmo. Pode ser que, no primeiro mês, você só consiga juntar 100 reais. No segundo, entretanto, com determinada economia extra, o intuito é elevar esse valor para 180 reais e assim por diante. Inclua esses valores no seu controle financeiro para que se tornem um compromisso, uma obrigação mensal. Assim ficará mais fácil poupar para atingir seus objetivos.

4. Pense antes de comprar

Os bancos são especialistas em oferecer vantagens, como limites altíssimos no cartão de crédito. Mas não se esqueça de que quem paga a conta depois é você! Lembre-se que o limite desse cartão é o famoso dinheiro disponível que você, na realidade, não tem.

Na prática, se você analisar o uso do cartão friamente, notará que se trata de uma espécie de empréstimo. Ao usá-lo, tudo o que você faz (embora sem perceber) é contrair uma dívida. Antes, então, de se apaixonar pelas promoções e tentações do comércio, pense.

5. Fuja dos juros e parcelamentos

O novo smartphone custa só mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes? Nesse contexto, em vez de pensar no total, você automaticamente começa a pensar nas parcelas, que custam apenas 100 reais por mês. Quando se der conta, já assumiu um compromisso que ultrapassa suas possibilidades atuais. Um perigo, não concorda? Para não cair nessa armadilha, tenha controle sobre seu endividamento total, sejam os valores a serem pagos à vista, seja os parcelados.

Quando perceber o montante total de dinheiro a ser dado em troca de determinados produtos, bem como o tempo pelo qual ficará pagando essas contas, certamente pensará 2 vezes antes de adicionar mais uma parcela à sua lista. Acredite: ser realista conta muito para que você atinja seus objetivos de vida e não se esforce mais em troca de itens supérfluos.

6. Corte gastos supérfluos

Outra razão para pensar duas (quem sabe três) vezes antes de efetuar uma compra é a necessidade de redução dos gastos supérfluos. Nesse sentido, analise se o que você pretende comprar é realmente necessário. O segredo está em evitar as compras impulsivas.

Muitas vezes, a simples análise da sua capacidade de pagamento faz com que algumas decisões de compra se tornem supérfluas. Será que realmente precisa de um sapato novo, quando já tem uma quantidade razoável de outros pares?

É por isso que a priorização de objetivos é fundamental, funcionando como uma bússola para que você tenha maior controle de despesas pessoais. Além disso, ao eliminar ou, ao menos, cortar gastos desnecessários, você caminha em direção ao consumo consciente.

Atitudes como essa não só protegem o saldo da sua conta bancária, como contribuem para a mudança das escalas de produção industrial. Repare que as empresas estão interessadas em atender às necessidades de seus públicos consumidores.

Imagine se você e mais um enorme grupo de pessoas deixa de consumir algo ou passa a consumir menos. Cedo ou tarde, o ritmo da produção será adequado à nova realidade. Se falta incentivo para aderir ao consumo sustentável, lembre-se de que ele é decisivo para que sobre mais dinheiro ao longo dos meses. Em resumo, todo mundo só tem a ganhar com isso.

7. Pense no futuro

Exemplo prático do que falamos há pouco é a possibilidade de, finalmente, organizar aquela grande viagem ao exterior. Cada um vivencia suas próprias dificuldades. De qualquer modo, é comum ouvir pessoas reclamando que, no fim do ano, nunca têm dinheiro para viajar e descansar um pouco.

Para que situações como essa parem de se repetir ano após ano, você precisa levar a relação que tem com seu dinheiro a um patamar de maior relevância. As grandes conquistas, como viagens e veículos, não são baratas. A diferença é que, com organização e planejamento financeiro apropriado, é totalmente possível diminuir as distâncias até elas.

8. Faça um consórcio

Ter a casa própria ou o carro dos sonhos pode até parecer uma realidade muito distante para a maioria das pessoas, mas isso é porque elas costumam ser imediatistas demais. Na hora de comprar o bem que tanto deseja, você pode contar com as mais diversas possibilidades de pagamento. Uma dessas alternativas é o consórcio.

O consórcio é uma excelente alternativa, pois com ele você planeja a sua aquisição de acordo com suas possibilidades financeiras. Isso quer dizer que você pode definir o valor do crédito que deseja para a sua aquisição, bem como o valor das parcelas mensais e o prazo de pagamento de acordo com seus objetivos.

Além disso, o consórcio não tem a cobrança da taxa de juros, e sim, da taxa de administração que tem um valor bem mais acessível se comparada à outras formas de aquisição parcelada. Outra grande vantagem é que não é necessário dar um valor de entrada, ou seja, o bem é totalmente parcelado.

Caso essa seja uma alternativa nova para você, saiba como funciona um consórcio e faça a adesão a um plano alinhado ao seu orçamento. Depois, basta usufruir de todas as vantagens proporcionadas por ele!

9. Quite suas dívidas

Para quem já está endividado e quer se livrar das contas, a dica é primeiramente ficar livre das dívidas mais caras, aquelas que vêm pesando mais no orçamento ou que têm uma alta carga de juros. Cartão de crédito e empréstimos normalmente são os primeiros que devem ser eliminados da sua lista de contas a pagar.

Nesses casos, geralmente é possível negociar com o banco um parcelamento mais vantajoso. Outra solução consiste em buscar um empréstimo a juros menores para saldar as dívidas maiores, ficando com apenas uma despesa de menor valor.

10. Tenha uma reserva de emergência

A partir do momento que você adquirir o hábito de projetar sua vida em períodos de médio e longo prazo, sua organização financeira tende a mudar totalmente. Essa visão de longo alcance dará mais sentido à necessidade de aprimorar a gestão dos recursos financeiros.

Basicamente, não tenha dúvida de que a realização dos seus sonhos está profundamente ligada à multiplicação da sua renda. Logo, investir é preciso. Porém, antes de efetuar investimentos rentáveis, você precisa de uma reserva de emergência — a qual será mantida e ampliada ao longo do tempo. Ela será a base para que você conquiste tudo o que quiser com uma dose generosa de tranquilidade e segurança.

11. Encontre novas fontes de renda

Falar sempre é mais fácil do que colocar uma excelente ideia em prática. Dito isso, é provável que você se depare com algumas dificuldades para dar volume à sua reserva de emergência. A melhor saída é buscar novas maneiras de ampliar sua renda.

Atualmente, você tem a vantagem de contar com uma internet cada vez mais veloz e dinâmica. Por meio dela, é possível oferecer cursos online, trabalhar como freelancer ou, quem sabe, vender tudo aquilo que tenha valor, mas que você não usa há um bom tempo. Existem, enfim, muitas formas de ganhar dinheiro na internet. Basta pesquisar um pouco sobre o assunto.

12. Viva de acordo com suas possibilidades

Acredite você ou não, o maior motivo para o endividamento tende a ser a falta de reflexão antes de uma compra. Afinal, o mercado estimula o consumismo a todo tempo e de todas as formas possíveis. Assim, se você não souber combater essa tentação, pode ficar difícil colocar as finanças em dia.

Tenha em mente quanto você ganha por mês e quanto pode gastar. Ao não fugir do seu orçamento doméstico, estará contribuindo para que seus objetivos maiores sejam alcançados. Procure limitar suas contas a não mais que 30% dos seus ganhos. Dessa maneira, fica mais fácil manter e quitar eventuais pendências financeiras e ainda guardar um dinheirinho para aquilo que você realmente quer realizar.

Contudo, para que tudo saia como o esperado e você realmente consiga manter o controle de despesas pessoais, um item é fundamental: saber planejar as finanças. Se você é como a maioria dos brasileiros e sente muita dificuldade para organizar as finanças pessoais, nós ajudamos!

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