Planejamento Financeiro

Independência financeira: como conquistá-la antes dos 30?

Veja algumas dicas que vão te ajudar a conquistar o futuro tranquilo que tanto deseja.

Quem é que não sonha em ter um carro e/ou imóvel próprio, maior controle sobre o dinheiro e estar com as contas sempre em dia? Pois saiba que tudo isso é possível de ser conquistado antes mesmo dos 30 anos com a independência financeira!

Apesar de o tema estar associado a diversos assuntos como negócio próprio, economia, e equilíbrio do orçamento, podemos considerar alguém independente financeiramente quando ele ou ela tem um orçamento equilibrado e conta com reservas suficientes para viver delas, caso precise.

Por mais pessoal que esse tema seja, é possível seguir algumas dicas que podem ajudá-lo a conquistar a independência financeira antes dos 30. Quer saber como? Então continue acompanhando o post e confira!

Livre-se das dívidas

Esse é o primeiro passo para sair do vermelho e conseguir iniciar um bom planejamento para se tornar independente financeiramente.

Dedique um tempo para reorganizar seu orçamento e conhecer os próprios números. Entenda quais são suas despesas fixas (como aluguel e condomínio) e variáveis (energia e conta de celular, por exemplo), e os gastos com lazer, que são os mais passíveis de corte.

Além disso, evite ao máximo pagar o valor mínimo do cartão de crédito. Caso não tenha dinheiro para quitar a fatura, a melhor opção é fazer um empréstimo para pagar a conta e fugir dos altos juros cobrados pelas operadoras de cartões.

Se possuir outras dívidas, se organize antes de refinanciá-las. Analise cada uma delas com calma para buscar a melhor negociação e fazer um acordo baseado em um valor que realmente possa pagar.

Faça uma reserva financeira

Dívidas quitadas, é hora de fazer uma reserva financeira que lhe permita sobreviver por algum tempo caso fique sem renda.

Alguns dizem que esse período é totalmente pessoal e pode variar de um mês até um ano, mas há especialistas que recomendam uma reserva que mantenha, pelo menos, seis meses do seu padrão de vida, ou seja, que seja equivalente ao seu gasto médio mensal por seis meses.

Um dos requisitos básicos para conseguir juntar essa reserva é cortar gastos desnecessários. Portanto, você precisa gastar menos do que ganha!

Por mais simples que essa dica pareça, a maioria das pessoas, e não apenas os jovens, não consegue alcançar esse objetivo e constantemente depende dos salários para manter os padrões de vida. Então disciplina será fundamental!

Não se esqueça de que a partir do momento em que você conseguir juntar um montante para a sua reserva, é interessante guardar esse dinheiro em fundos de investimento de alta liquidez e baixo risco, protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Invista em bens duráveis

Sem dívidas e com uma reserva de emergência criada, fica mais fácil pensar no futuro, não é mesmo? Então que tal investir em bens duráveis, como um automóvel ou um imóvel?

Neste caso, para fugir das altas taxas de juros cobradas pelos financiamentos, os consórcios podem ser uma interessante opção.

Bastante comuns no Brasil, principalmente para a aquisição de veículos como carros e motos, os consórcios também contemplam imóveis e até mesmo outros bens e serviços.

Por não ser um empréstimo e o dinheiro do fundo pertencer aos próprios participantes, não há cobrança de juros nas parcelas, ao contrário do financiamento.

O consórcio se torna ainda mais atrativo por possibilitar o parcelamento integral do bem, pela diversidade de prazos para pagamento e também pela possibilidade de conseguir o crédito por intermédio de sorteio ou então acelerar a contemplação por meio de lances.

Para os jovens, especificamente, o consórcio se torna um facilitador das coisas, já que oferece a possibilidade de construção de patrimônio de médio e longo prazo por meio de pagamento de parcelas facilitadas, sem cobrança de juros, além de custos mais baixos para aquisição de bens de grande valor, maior segurança e flexibilidade. Tudo isso sem burocracias para adesão.

Aprenda a diferença entre gastos de consumo e de investimentos

Será que todo gasto é realmente prejudicial? Ou será que alguns, mesmo que pressionem o seu orçamento, podem ser considerados positivos, porque podem levar a ganhos no futuro?

Para responder a essas perguntas é importante entender a diferença entre os gastos de consumo e os gastos de investimentos.

Por exemplo, comprar um computador pode ser um gasto de investimento, desde que você não exagere e gaste mais do que o necessário na compra do equipamento. Também entram nessa categoria os softwares requisitados para trabalhar ou estudar. O que for para lazer deve ser visto como gasto de consumo.

Outro exemplo é o carro, que só deve ser considerado um gasto de investimento por profissionais que realmente precisam do veículo para trabalhar. No caso dos imóveis, tanto as prestações do consórcio quanto a manutenção do bem devem ser considerados como gastos de investimento.

Aposte em uma carreira com potencial de sucesso

Um dos fatores-chave para conquistar a independência financeira é conseguir uma carreira de sucesso, seja ela como empregado na iniciativa pública ou privada ou ainda como empreendedor.

Porém, para conquistar o melhor cargo antes dos 30 anos, é preciso se organizar e apostar em uma carreira que lhe traga potencial de crescimento.

O primeiro passo é escolher uma profissão que você ame, já que a excelência e a motivação no trabalho são diretamente proporcionais ao sentido que a atividade tem para quem a executa.

Feito isso, busque se especializar constantemente em áreas promissoras e pouco desbravadas por outros profissionais.

A partir daí, tenha metas claras sobre o que você quer para seu futuro profissional e faça planos de curto, médio e longo prazo. Saia da sua zona de conforto e assuma riscos, sempre confiando em você mesmo.

Seja um investidor

Não se engane: não é preciso ser rico para ser um investidor! Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os investimentos não são algo inacessível.

Acompanhando de perto suas finanças e fazendo um bom planejamento financeiro, é possível estabelecer um valor fixo para investir que pode ser inicialmente de R$ 50 por mês, por exemplo. O importante é considerar essa quantia como uma despesa fixa do seu orçamento assim como as contas de água e energia elétrica.

Lembre-se de que para realmente se tornar um investidor, é preciso tirar um tempo da sua rotina para estudar sobre as melhores opções de investimento disponíveis no mercado.

Pronto para conquistar sua independência financeira antes dos 30 anos? Então leia o nosso post, aproveite para adquirir mais conhecimento sobre como poupar recursos e entenda por que o consórcio é uma forma eficaz de poupança!