Planejamento Financeiro

Está com dinheiro parado? Veja 7 motivos para movimentá-lo hoje

Saiba por que o dinheiro parado é sinônimo de perda e de instabilidade financeira para você e sua família!

Dinheiro parado é prejuízo. Alguém já disse isso para você? Saiba que essa é uma grande verdade. O hábito antigo de guardar dinheiro em casa está longe de ser uma alternativa inteligente, especialmente quando pensamos em como a inflação prejudica o nosso poder de compra. Hoje, com R$ 100 você consegue comprar o mesmo que comprava há 2 anos? Não mesmo!

Ademais, existe um conceito chamado custo de oportunidade. Além da perda de valor, você deixa de ganhar o que esse dinheiro poderia trazer de bom, em termos de qualidade de vida e estabilidade financeira, ou o rendimento que ele teria, caso fosse investido.

Para entender melhor como o dinheiro parado é um boicote as suas finanças, acompanhe as dicas e informações deste post. Você vai conhecer 7 motivos pelos quais deve começar a movimentar esse saldo hoje mesmo, sem perder mais nenhum minuto. Boa leitura!

1. A inflação faz o dinheiro parado perder valor

A inflação é a perda do poder de compra. Ela é calculada de acordo com alguns indicadores econômicos, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M).

Os indicadores econômicos são como termômetros que avaliam os rumos da economia de um país. Se você lê em uma notícia que a inflação fechou em 3,53% em um período, isso significa que seu dinheiro perdeu valor nessa proporção.

Por exemplo, se você tem R$ 1.000 guardados em casa, diante desse cenário isso valerá apenas R$ 964,70. Ainda que a quantia seja a mesma, o dinheiro vale menos.

Além disso, fique atento: mesmo que os noticiários informem queda na inflação, isso ainda significa que seu dinheiro sofreu perdas, só que menores. Para que um saldo parado ganhe poder de compra, seria necessário haver deflação. E isso é bem mais raro de ocorrer.

2. Os juros compostos trabalham a seu favor

Por outro lado, dinheiro investido rende juros que trabalham constantemente a seu favor. Os juros compostos fazem com que os rendimentos obtidos com uma aplicação passem a fazer parte do saldo principal e rendam ainda mais.

Suponha que seus R$ 1.000 não estejam mais guardados em casa, mas sim aplicados em algo que rende 1% ao mês. Ao fim do primeiro mês, você terá R$ 1010, certo? Para o próximo período, o rendimento não será calculado sobre os R$ 1.000 iniciais, mas sobre o saldo total. Assim, a renda dos juros vai ser ainda maior.

O mesmo acontece em relação ao investimento em imóveis, só que de uma forma diferente. Enquanto o aumento de preços na economia faz seu dinheiro perder valor, por outro lado, ele valoriza os imóveis. Assim, se você investe nesse tipo de bem, sabe que tem algo que vai trazer mais retorno com o tempo, seja na venda ou no aluguel.

3. O dinheiro guardado em casa está sujeito a vários riscos

“Eu não confio nos bancos” — é o que muita gente diz. Mas seu dinheiro está mais seguro investido do que guardado dentro do pote de biscoito, pode ter certeza. Em casa, ele está sujeito a vários riscos, como:

- perder valor com a inflação, conforme explicamos;
- sofrer danos físicos, podendo ser molhado ou rasgado;
- chamar atenção de pessoas mal-intencionadas;
- ser perdido em assaltos ou acidentes domésticos, entre outros.

Se você não sabe, boa parte dos investimentos tem proteção extra, além do compromisso do banco com você. Muitos estão garantidos por órgãos como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que protege o investidor de situações como a falência do banco.

Além disso, as administradoras de consórcio só funcionam quando devidamente autorizadas pelo Banco Central, o que faz delas instituições confiáveis para investir, especialmente as mais consolidadas e renomadas no mercado.

4. O dinheiro na conta-corrente não rende

Como estamos falando em dinheiro parado, é preciso fazer uma observação importante: o saldo que você deixa na sua conta-corrente também está perdendo valor. Isso mesmo, pois contas-correntes são feitas para movimentação, e não oferecem rendimento.

O dinheiro pode estar livre dos riscos de danos e assaltos que teria em casa, mas continua sofrendo os efeitos da inflação.

Além disso, contas têm tarifas e taxas comuns a todos os bancos. Experimente abrir uma conta-corrente e deixar seus R$ 1.000 reais depositados. Você verá como, em um mês, o saldo vai estar menor, pois o banco terá descontado a tarifa de manutenção e qualquer outro serviço contratado.

5. A poupança pode estar abaixo da inflação

A poupança é o mais básico dos investimentos e, mesmo tendo alguma rentabilidade, ainda pode estar abaixo da inflação. Ou seja, você só ganha juros pequenininhos, que não superam a desvalorização da moeda. Isso significa que seu dinheiro vai estar perdendo valor um pouco mais devagar.

O rendimento da poupança é estabelecido por lei e é idêntico para todos os bancos. Ele é dado pela Taxa Referencial de Juros (TR) e um percentual da taxa Selic, índice usado pelo governo para favorecer ou refrear o crédito. No entanto, a TR pode cair ao ponto de ficar zerada, reduzindo ainda mais essa rentabilidade.

No fim das contas, essa não é a melhor forma de movimentar seu dinheiro. Acaba sendo muito mais vantajoso investir em algo que traga ganhos reais e estabilidade econômica.

6. Os imóveis são segurança para o futuro

Já que estamos falando sobre boas opções de investimento, outro motivo para não deixar seu dinheiro parado é a possibilidade de ter ganhos muito bons com imóveis. A estabilidade do mercado financeiro é um atrativo, pois ele dificilmente vai sofrer com a desvalorização.

Um imóvel que recebe manutenção periódica só tende a aumentar seu preço de mercado. Além disso, ele acumula 2 benefícios:

- no longo prazo, você tem segurança para o futuro, já que está investindo em um patrimônio sólido, que pode ser deixado para gerações futuras;
- no curto prazo, você tem retorno garantido com a locação do seu imóvel, que é útil tanto como renda complementar quanto para investir na compra de mais casas e apartamentos.

7. O ato de começar a investir exige pouco dinheiro inicial

Bom, se você pensa que precisa de muito dinheiro para começar a investir, pode estar equivocado.

Quando se trata de mercado financeiro, a gente até concorda. Você precisa acumular um bom saldo inicial para conseguir ter um rendimento mais atrativo que a poupança, já que grande parte dos investimentos pede um valor mínimo.

Mas se você fizer um bom planejamento financeiro e reservar uma pequena parcela mensal, pode investir em um consórcio. Além de ser um dos investimentos mais seguros do mercado, ele não exige nenhuma entrada. Você simplesmente começa a pagar e acumular dinheiro.

Suponha que você vem pagando seu primeiro consórcio de um imóvel e foi contemplado. Então, com a carta de crédito, você adquire uma casa que pode ser alugada de imediato. Com o dinheiro do aluguel, dá para contratar um segundo consórcio, de mais um imóvel. Ou seja: o investimento é pago e você pode acumular patrimônio para o futuro de forma ilimitada.

Viu só? Ter dinheiro parado é uma perda de oportunidades incríveis! Cometer esse erro pode comprometer a sua segurança financeira e o futuro da sua família. Aproveite para conferir nosso guia do planejamento financeiro para ter sucesso!

Guia do planejamento financeiro para ter sucesso

Racon Blog

Por Racon Blog

Data Publicado em 20 de Julho de 2018

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