Planejamento Financeiro

Orçamento pessoal: 15 passos para organizar o seu!

Está sempre sem dinheiro? Então descubra como organizar seu orçamento pessoal em passos simples e conquiste seus sonhos!

Você tem sonhos ou objetivos que gostaria de realizar, mas parece que nunca sobra dinheiro para eles? Se sua resposta for sim, talvez o problema esteja na má administração de seu orçamento pessoal. Isso pode ser resolvido com algumas atitudes simples para organizar melhor suas finanças.

Conquistar o equilíbrio financeiro é a maneira mais fácil de fazer com que suas receitas sejam aproveitadas da melhor forma possível. Assim, você consegue pagar todas as contas e ainda constrói uma reserva financeira, que pode servir para alcançar seus objetivos, como fazer uma viagem, cursos, comprar um carro e, até mesmo, conquistar a casa própria.

Neste artigo, falaremos sobre a importância de organizar o orçamento pessoal e daremos dicas para que você possa melhorar sua saúde financeira e realizar seus sonhos. Acompanhe todos os detalhes!

O que é um orçamento pessoal?

Um orçamento pessoal é a previsão dos recebimentos e gastos que você terá em um determinado período. Ele deve incluir:

- o saldo que você tem em contas e investimentos;
- as receitas que deve receber, por meio de salário e outros ganhos;
- o total de compromissos assumidos que vencem no período do orçamento;
- os gastos que devem ser feitos, de acordo com as necessidades que você sabe que terá (compra de alimentos, medicamentos, entre outros);
- o limite disponível para cada gasto, garantindo que você não fique no vermelho.

Qual é a importância de montar um orçamento pessoal?

Organizar seu orçamento pessoal permite que você tenha uma melhor compreensão e domínio sobre suas receitas e despesas. Isso é importante para ter uma noção real de sua situação financeira e elaborar planos e metas para o futuro.

Ou seja, conhecendo seus hábitos de consumo, é possível planejar melhor seu dia a dia, para otimizar suas receitas sem que seu padrão de vida seja comprometido. A ideia é eliminar desperdícios e gastos supérfluos que, somados, acabam pesando no orçamento.

Para muita gente, a melhor maneira de sair do endividamento e ir para uma faixa mais tranquila — em que sobre dinheiro, em vez de faltar — é utilizando o controle de orçamento pessoal. Com ele, é possível economizar todo mês e guardar dinheiro para criar um fundo para emergências.

Além disso, você consegue poupar para realizar seus sonhos e objetivos de vida, seja pensando em longo prazo, como a compra de um imóvel, ou em um futuro próximo, como completar seus estudos.

Como preparar um orçamento pessoal eficiente?

Muitos dos problemas financeiros pelos quais as pessoas passam acontecem por falta de organização do orçamento pessoal. Assim, muita gente deixa de realizar seus sonhos e melhorar de vida, não por conta da falta de dinheiro, mas pela falta de controle sobre seus gastos.

Mas não é difícil começar a organizar suas finanças! Com algumas pequenas atitudes, você consegue cortar gastos desnecessários e evitar desperdícios, fazendo com que sua renda seja melhor aproveitada para sobrar dinheiro para seus objetivos de vida.

Quer saber como isso é possível? Confira abaixo os 15 passos para organizar seu orçamento pessoal e comece já a planejar seu futuro!

1. Crie um controle de orçamento

O primeiro passo para se organizar financeiramente é criar um controle, discriminando todas as suas despesas e receitas. Nele, devem ser informados todos os números exatos de cada entrada e saída de dinheiro. Quanto mais detalhista e exata for sua anotação, mais fácil será entender a dinâmica de suas finanças.

2. Evolua para uma planilha ou aplicativo

Você pode começar esse controle manualmente, em um caderninho ou em uma folha qualquer. Mas quanto mais automatizado ele for, mais fácil será atualizar as informações. Com uma planilha, você já consegue:

- criar categorias;
- automatizar cálculos;
- fazer resumos;
- criar gráficos.

Com esses recursos, você visualiza claramente para onde seu dinheiro está indo.

Um aplicativo para celular pode facilitar ainda mais sua vida. Além de oferecer todos os pontos que mencionamos, ele pode ser levado a todos os lugares. Dessa forma, você não precisa esperar chegar em casa para tomar nota de cada despesa.

Na internet, você consegue ótimos modelos de planilhas de controle financeiro e também bons aplicativos para celular que ajudam a organizar suas finanças. Faça uma pesquisa e veja qual deles melhor se adapta a sua realidade!

3. Classifique cada tipo de gasto

Após identificar cada item de suas despesas, o ideal é classificá-las de acordo com a importância. Assim, separe primeiro as essenciais, como:

- gastos com moradia (aluguel ou prestação do imóvel, condomínio);
- impostos;
- contas de consumo (água, luz e gás);
- educação;
- saúde (planos e gastos com remédios);
- supermercado;
- transporte.

Depois, enumere aquelas que são importantes, mas que podem ser cortadas em uma emergência, como vestuário, internet, telefone e celular, televisão paga e seguros (do carro e da casa, por exemplo). Por último, anote as supérfluas, como gastos em bares e restaurantes, cinema, academia, salão de beleza, entre outros.

4. Analise quais categorias trazem mais gastos

O controle orçamentário é fruto de um estudo sobre seus hábitos de consumo. Assim, é importante avaliar cada gasto de acordo com a relevância para o seu padrão de vida.

Portanto, veja se todas as despesas são mesmo necessárias e elimine aquelas que não vão fazer falta e podem dar lugar a uma boa economia. São exemplos: gastos com TV a cabo e idas ao salão de beleza, academia e clube. O que não for estritamente necessário precisa ser cortado.

5. Trace metas de economia para os focos de perda

Uma vez que você tiver identificado os gastos supérfluos e os serviços que podem ser cortados, trace metas de economia.

Quanto você consegue reduzir ao eliminar esses gastos? É muito importante definir metas exatas, para não acontecer de você apenas substituir uma despesa por outra.

6. Avalie as contas fixas mensais

Avalie se os planos de internet e televisão são necessários ou veja se podem ser substituídos por pacotes mais baratos.

Confira também se o plano de celular está adequado ao seu perfil de consumo. Se houver despesas frequentes com dados avulsos para uso da internet, por exemplo, vale a pena pagar por um serviço mais completo, pois sairá mais barato no final.

Além disso, é importante conseguir reduzir os gastos com energia elétrica, diminuindo o tempo no chuveiro, passando somente as roupas necessárias e trocando as lâmpadas por modelos mais econômicos.

7. Escolha planos mais econômicos de internet, TV e telefone

Quem disse que você precisa daquele pacote caro de TV a cabo? Quem passa a maior parte do tempo fora de casa utiliza pouco a televisão. Sendo assim, esse pode ser um gasto supérfluo. Além disso, hoje em dia encontramos várias ofertas de serviços de streaming para filmes e outras transmissões, uma boa opção para substituir pacotes caros.

O telefone fixo que é pouco utilizado também merece uma revisão, como a troca por um plano mais barato.

8. Evite fazer refeições na rua

As refeições fora de casa saem muito mais caras do que fazer sua própria comida. Quem come em restaurantes acaba gastando mais, pois geralmente inclui uma bebida ou sobremesa, o que encarece a refeição.

Assim, optar por levar marmitas para o serviço e comprar petiscos e lanches no supermercado, em vez de bares e padarias, pode representar uma economia grande no final de cada mês.

9. Priorize o pagamento das dívidas mais caras

Se você tem dívidas com cartões de crédito ou cheque especial, o melhor a fazer é quitá-las, mesmo que para isso seja preciso contratar um empréstimo pessoal no banco.

Essa troca geralmente compensa bastante, pois os juros de um empréstimo costumam ser bem mais baratos (em relação aos cobrados pelo cartão de crédito), especialmente se for consignado.

10. Use o cartão de crédito de forma inteligente

O cartão de crédito pode ser um vilão ou aliado. Ele boicota suas economias porque fica sempre no bolso. Assim, é fácil ceder às tentações e gastar, acumulando uma dívida extra que pesa nas finanças e estraga todo seu planejamento.

Mas, por outro lado, se você utiliza o limite somente para compras necessárias, se livra da tentação e ainda acumula milhas que podem ser usadas em programas de fidelidade e viagens.

No seu orçamento pessoal, você deve tomar nota das contas acumuladas no cartão, em vez de colocar a fatura como um compromisso. Caso contrário, vai perder o histórico das categorias de gastos.

11. Não deixe o cheque especial descoberto

O cheque especial facilmente vira uma bola de neve quando você o utiliza achando que é um dinheiro disponível na sua conta. Essa ideia é errada! Ele serve apenas para emergências, por períodos pequenos.

Por exemplo, se um débito vai ser descontado hoje e seu salário entra na conta amanhã, o cheque especial cobre o compromisso, evitando que você pague multas e juros. Em seguida, ele é reposto. Assim, os juros e o IOF não pesam no bolso.

No seu orçamento pessoal, lembre-se de considerar o pagamento dessa dívida como prioridade absoluta!

12. Reduza os gastos com tarifas bancárias e seguros

Reveja produtos contratados, como seguros e cartões de crédito, além de tarifas bancárias, negociando com as instituições ou buscando na concorrência preços mais baratos, sem que haja perda de benefícios. Com uma ligação, você consegue negociar as anuidades do cartão de crédito, por exemplo. Já as tarifas de contas-correntes variam bastante de um banco para outro.

Para os seguros, confira no contrato os serviços e coberturas adicionais incluídos e avalie suas necessidades. Se precisar trocar de empresa, não tem problema: a classe de bônus é pessoal e vai com você, não importando a seguradora escolhida.

13. Comece a investir o dinheiro economizado

O dinheiro economizado deve ser poupado de forma segura e constante, para não deixar espaço para novos gastos desnecessários. Assim, fazer um investimento é uma escolha inteligente.

Se você já tem um objetivo em mente (como comprar um carro, uma casa própria ou até uma viagem), contratar um consórcio faz bastante sentido, pois você converte suas economias em um resultado direto e palpável. Isso é muito mais motivador!

14. Organize-se para sair do aluguel e pagar sua casa própria

Se você ainda não sabe o que fazer com esse saldo positivo, avalie suas opções. O dinheiro que você usa para pagar aluguel pode ser direcionado de forma inteligente para quitar a mensalidade de um consórcio e adquirir seu primeiro imóvel. Assim, você transforma um gasto em um investimento, pagando algo que é seu.

15. Faça planos para curto, médio e longo prazo

Por último, tenha sempre planos na manga. Alguns deles devem ser de curto prazo, como a compra de um eletrodoméstico mais econômico. Outros, devem ser de médio e até longo prazo, como a aquisição de bens para formar um patrimônio para o futuro. Essa é uma forma de manter as rédeas sobre seu controle financeiro!

Viu só? Organizar o orçamento pessoal é uma maneira simples e fácil de economizar e fazer com que sua renda seja otimizada, economizando dinheiro para realizar seus objetivos!

Quer aprender mais sobre como planejar seu orçamento financeiro? Então, baixe nosso Guia do planejamento financeiro para ter sucesso!

Guia do planejamento financeiro para ter sucesso

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