5 maneiras de se beneficiar com a economia colaborativa

Quer descobrir como se beneficiar com a economia colaborativa? Então confira as 5 maneiras que selecionamos para você!
  • Atualizado em December 11, 2020
  • Publicado em July 20, 2017
  • Sustentabilidade

Em um cenário em que as pessoas cada vez mais se preocupam com sustentabilidade, economia e racionalidade no uso dos recursos, conhecer e entender melhor as vantagens da economia colaborativa é algo que pode interessar bastante.

Atualmente, o que não falta são exemplos de como o conceito de economia colaborativa — também chamada de economia compartilhada — está presente na vida das pessoas. Você já deve ter ouvido falar em Uber, Airbnb ou Waze, certo? Todas essas empresas têm uma forte ligação com a economia colaborativa.

No entanto, existem outras iniciativas que também podem ser vistas como bons exemplos desse movimento — como é o caso do consórcio. É isso mesmo! Talvez você nunca tenha parado para pensar, mas o consórcio é uma modalidade de aquisição de bens e serviços em que diferentes pessoas, compartilhando um mesmo objetivo, se unem para levantar recursos e concretizá-lo.

Hoje, por exemplo, o consórcio é um dos caminhos mais seguros e flexíveis para conquistar a casa própria, comprar um carro novo ou seminovo, reformar um imóvel ou adquirir um terreno — tudo isso a partir da união de esforços dos membros do grupo do consórcio.

Continue a leitura e entenda melhor as vantagens da economia colaborativa e sua relação com consórcios!

Entendendo a economia colaborativa

A ideia por trás desse conceito é relativamente simples. Ela se baseia na seguinte lógica: diferentes pessoas se beneficiando dos mesmos recursos — ou seja, compartilhando algo de maneira inteligente e sustentável.

Por exemplo, uma das vantagens da economia colaborativa é poder alugar ferramentas para realizar aquela reforma tão esperada ou, ainda, conseguir alguém que cuide do seu cachorro enquanto você vai para a sua viagem dos sonhos.

Nesse sentido, a descentralização do fluxo entre clientes e empresas é a principal característica dessa nova proposta, que deixa o sentimento de posse um pouco de lado e valoriza mais o acesso, enfatizando que todos podem e devem ser consumidores e fornecedores ao mesmo tempo.

Assim, pode-se dizer que a economia colaborativa é fruto de três pilares. São eles:

  • social: avanço do crescimento populacional, preocupação das pessoas com as comunidades, abordagem mais altruísta;
  • econômico: preferência ao acesso, monetização do estoque em excesso ou ocioso;
  • tecnológico: redes sociais, dispositivos e plataformas móveis.

Essa nova proposta tem se mostrado um movimento revolucionário, abrangente e que veio para ficar. Tanto é que até mesmo as grandes empresas estão repensando seus modelos de negócio e incorporando ações estratégicas baseadas no compartilhamento.

Sobretudo nos grandes centros urbanos, a economia colaborativa tem se mostrado uma estratégia altamente vantajosa para as pessoas. Por exemplo, já é comum ver indivíduos optando por deixar o carro na garagem e utilizar serviços como a Uber. Além de mais econômico, é muito mais prático.

No caso das empresas, a economia colaborativa também se mostra viável. Por exemplo, os aplicativos de entrega já caíram no gosto das pessoas e dos estabelecimentos comerciais, sendo uma alternativa inteligente para "terceirizar" as entregas e torná-las ainda mais eficientes para o cliente.

Como aproveitar as vantagens da economia colaborativa

Como mencionado inicialmente, você certamente já ouviu falar de Uber, Airbnb, Couchsurfing e DogHero, não é mesmo? Mas talvez você não tenha atentado ao fato de que todos eles são plataformas de economia colaborativa.

Pois é, ela está mais presente no nosso dia a dia do que a gente imagina e pode nos beneficiar de diversas formas, principalmente ajudando a conseguir uma grana extra no fim do mês.

Quer descobrir como isso é possível? Então, continue lendo este post e confira as 5 maneiras que selecionamos para você!

1. Oferecer caronas

Vai viajar e está sobrando espaço no carro? Que tal reduzir os custos ao compartilhar os assentos vazios do seu veículo com outras pessoas?

Por meio de aplicativos como o BlaBlaCar, é possível oferecer caronas com segurança tanto para o motorista quanto para os passageiros. Nele, o sistema de oferecimento de caronas é bastante simples. O motorista informa o itinerário, a data, o horário e, também, o valor por passageiro.

As plataformas são boas opções porque permitem que os motoristas façam avaliações dos passageiros depois da carona e vice-versa. Além disso, há aplicativos que oferecem um sistema que possibilita aos membros organizar apenas viagens entre mulheres.

2. Alugar um quarto para viajantes

Um dos principais enfoques e vantagens da economia colaborativa é o compartilhamento de experiências. Então, nada faz mais sentido do que disponibilizar um espaço na sua residência ou apartamento para viajantes, não é mesmo?

Há pessoas que acolhem viajantes pelo simples prazer de conhecer outras histórias, trocar ideias e viver experiências que nunca teriam se não por meio desse tipo de plataforma.

Para isso, muitas optam pelo Couchsurfing e não cobram nada pela hospedagem, mas você pode reunir todos esses benefícios e ainda conseguir fazer uma renda extra no final do mês usando plataformas como o Airbnb.

É possível alugar o local inteiro ou apenas um quarto, oferecendo ou não café da manhã. É você quem vai decidir a melhor forma de hospedar os viajantes.

Ao optar por disponibilizar um espaço do seu imóvel para esse fim, lembre-se sempre de priorizar plataformas que ofereçam garantias para proteger sua casa e seus pertences contra danos acidentais.

3. Hospedar um animal de estimação

Se você gosta de cachorros, considere a possibilidade de oferecer sua casa e seu amor para cuidar do pet de outra pessoa enquanto ela viaja.

Há plataformas como o DogHero, que permite decidir quanto deseja cobrar e qual porte de animal está disposto a hospedar. Também há serviços que oferecem garantia veterinária.

Se achar que hospedar um animal por muitos dias pode não ser o ideal para você, há opções como o Go Walk, para cuidados diários dos bichos enquanto os donos trabalham ou apenas para passeios.

4. Vender roupas e objetos que não usa mais

Que tal pegar todas aquelas roupas e objetos que não usa mais e montar seu próprio e-commerce online? Isso é possível por meio de plataformas como o Enjoei, que já tem mais de dois milhões de produtos cadastrados.

Basta fotografar os itens que você não usa mais e os descrever detalhadamente destacando o tamanho, cor, tempo de uso e qualquer outra informação que achar interessante.

Se você vender o produto, é só embalá-lo e despachá-lo pelos Correios com um bilhete simpático para o comprador — afinal, economia colaborativa é um processo que também tem como objetivo a aproximação das pessoas.

Caso não queira dispor de suas roupas ou outros itens, há plataformas que os disponibilizam apenas para aluguel. No mais, existem plataformas como a OLX, que permitem a compra e venda de todo tipo de item, como aparelhos eletrônicos e até veículos, diretamente entre particulares.

Ou seja, são um canal fácil e rápido para comprar aquilo de que se precisa de forma mais econômica ou desfazer-se daqueles itens que não têm mais serventia para você.

5. Fazer investimentos por meio de consórcios

Muitas vezes estamos vivendo cenários incertos, onde realizar investimentos não está em nossos planos. Em momentos como este, é natural que as pessoas se tornem mais conservadoras, evitando dívidas e gastos com aquilo que não é essencial.

De modo geral, esse tipo de postura não está errado. Porém, diferentemente do que muitos imaginam, é possível investir com segurança e tranquilidade mesmo em um cenário como esse. Um grande exemplo disso é o investimento por meio de um consórcio — explorando as vantagens da economia colaborativa, como vimos.

O que acha de se unir a outras pessoas para que, juntos, vocês atinjam um objetivo em comum? Pode ser adquirir um veículo, imóvel ou algum tipo de serviço, como viagens. Isso pode ser feito por meio do consórcio, uma forma de poupança e aquisição de bens baseada na união de pessoas físicas ou jurídicas.

Os consórcios são essencialmente colaborativos porque são uma espécie de compra baseada na coletividade, em que todos os participantes pagam um valor mensal que, somado, permite que, a cada mês, alguém receba o crédito para adquirir o bem.

A vantagem é que a aquisição é feita de maneira planejada, sem a necessidade de altos investimentos e grandes sacrifícios financeiros. Dessa forma, você não precisa esperar um momento ideal para colocar os seus projetos em prática e dar os primeiros passos para conseguir realizar o sonho da casa própria ou do carro novo.

Para participar de um consórcio, é bastante simples: primeiro, você deve escolher o valor do bem ou serviço que desejar comprar. Depois, paga mensalmente as parcelas até a data do vencimento. Todos os meses, são realizadas assembleias para sortear o contemplado daquele respectivo mês — ou seja, a pessoa que terá acesso à carta de crédito.

Por fim, não resta dúvida de que o consórcio é uma excelente iniciativa de economia colaborativa e que pode ajudar você a concretizar os seus objetivos financeiros. No entanto, para isso, é indispensável fazer uma boa escolha da empresa parceira para a contratação.

Gostou de conhecer as vantagens da economia colaborativa? Animado para começar a ganhar um dinheiro extra enquanto promove a sustentabilidade e a interação entre as pessoas com a economia colaborativa? Então, antes de mais nada, baixe o nosso guia completo sobre a economia colaborativa e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!
cta-guia-completo-sobre-a-economia-colaborativa
As informações que constam nesse artigo podem sofrer atualizações sem aviso prévio.
Mostrar comentários
Leia também
eco
Sustentabilidade

Conheça os principais benefícios dos alimentos orgânicos!

eco
Sustentabilidade

Confira 8 dicas de como reduzir o uso de sacolas de plástico!

eco
Sustentabilidade

O que torna um condomínio sustentável? Confira 6 fatores!