Tudo Sobre Consórcio

Por que o consórcio é considerado como um investimento de baixo risco?

Quer encontrar uma forma segura de preservar seu dinheiro e ainda realizar sonhos? Conheça, então, o consórcio!

Caso ainda não tenha ouvido falar nisso, saiba que o consórcio é uma modalidade de compra coletiva, em que diversos indivíduos se unem num grupo, gerenciado por uma administradora, para comprar os bens que almejam.

Como não há nesse caso cobrança de juros, as aquisições são feitas com um preço bem reduzido, em comparação a outras modalidades de crédito.

Veja, em seguida, algumas razões pelas quais o consórcio é considerado um investimento de baixo risco.

Definição prévia do valor da carta de crédito

Incerteza é uma palavra que causa temor e ansiedade quando o assunto é dinheiro, principalmente para o investidor que possui um perfil conservador de tolerância a risco. Já imaginou poupar certa quantia todos meses e, no futuro, não saber se vai ter os recursos de volta? Situação pra lá de estressante, não é mesmo?

Sob essa ótica, o consórcio tem a vantagem da previsibilidade, quer dizer, você saberá com antecedência as condições do plano ao qual pretende aderir. Assim, é possível conhecer no ato da contratação o valor da carta de crédito e o prazo em que esse recurso estará totalmente disponível para uso, após a quitação das parcelas.

Com essas informações, o investidor poderá planejar a própria vida financeira com mais eficiência, sem surpresas desagradáveis e, desse modo, aproveitar com mais tranquilidade o bem que deseja adquirir.

Certeza da contemplação

Na maior parte das aplicações financeiras, senão em todas, existe a possibilidade de algo dar errado e o investidor perder dinheiro. A propósito, até mesmo a caderneta de poupança, considerada um investimento de baixo risco, já foi confiscada pelo governo, na década de 1990.

Ainda assim, o consórcio continua a ser uma opção segura de guardar recursos financeiros, já que a contemplação do bem é garantida para quem honra o pagamento de todas as parcelas.

Nesse ponto, vale ressaltar a importância da administradora de consórcios, que cuida da parte “burocrática” do grupo, o que inclui a formação de um fundo de reserva para assegurar as contemplações, mesmo em caso de inadimplência de alguns integrantes do grupo.

Segurança garantida por meio de um contrato

Nas relações informais, por exemplo, quando se empresta dinheiro para algum amigo ou parente, é difícil comprovar algo que foi apenas falado entre as partes, concorda? Pelo contrário, quando se tem um contrato, com cláusulas que estabelecem direitos e deveres para os envolvidos, fica mais fácil exigir o cumprimento do que foi acordado, inclusive, na Justiça.

Nesse contexto, mesmo ao fazer um investimento de baixo risco, o investidor não quer abrir mão da segurança de ter as condições da aplicação devidamente registradas num contrato, o que ocorre quando se adere a um grupo de consórcio.

Tal instrumento não só traz as regras dessa modalidade de financiamento coletivo como também se torna uma garantia para o investidor de que ele pode exigir a execução do que foi combinado.

Proteção do poder de compra

Você concorda que ganhar R$ 1000 e deixar de perder o mesmo valor são ambas situações vantajosas para a vida financeira de uma pessoa? Muita gente pensa que consórcio não é um investimento, mas sim uma forma de se comprar algum produto.

Entretanto, se você ir a fundo nessa questão, perceberá que o consórcio é sim uma maneira eficiente de se usar o dinheiro e, portanto, é um modo de fazer uma quantia render mais. Na prática, ele se comporta como um investimento de baixo risco, embora também seja uma modalidade de aquisição de bens coletivamente. Quer um exemplo?

Se uma pessoa compra um carro financiado por uma instituição financeira, conforme o número de meses, ele pode desembolsar o dobro ou até o triplo do valor do bem ao final do contrato. Vamos supor que alguém adquiriu um carro de R$ 50 mil e, ao fim do financiamento, pagou R$ 80 mil.

Por outro lado, imagine a situação de alguém que adquiriu uma carta de crédito de R$ 50 mil por meio de consórcio e, no final do plano, pagou R$ 65 mil, já com a inclusão dos custos operacionais, para adquirir o mesmo carro.

Nessa última hipótese, a pessoa economizaria R$ 15 mil em relação à situação anterior, já que no consórcio não há juros, mas somente a taxa referente à administração do grupo, fundo reserva e o seguro.

Nesse comparativo, pode-se perceber que o valor poupado pode sim ser considerado um investimento de baixo risco, já que o indivíduo aproveitou o dinheiro de modo mais eficiente e, assim, ainda terá uma quantia de sobra para utilizar da maneira mais conveniente para si.

Além disso, é importante mencionar que as parcelas do consórcio são reajustadas, conforme alteração no valor do preço do bem, para preservar o poder de compra do consorciado.

Por conta disso, essa espécie de “poupança forçada”, que ajuda muito na criação do hábito de guardar dinheiro, funciona como um tipo de “reserva de valor”, uma vez que o plano acompanha a evolução da inflação.

Se já não bastasse o fato de o consórcio não ter juros, a carta de crédito pode ser considerada uma opção de compra à vista, logo, a pessoa ainda pode barganhar condições de aquisição mais favoráveis, como um desconto significativo, pois oferecerá ao vendedor o dinheiro todo de uma vez só.

Fiscalização por parte do Banco Central

O consórcio é considerado uma invenção brasileira, a qual já possui mais de 50 anos. Por ser uma atividade que envolve dinheiro, essa modalidade de financiamento coletivo é totalmente fiscalizada pelo Banco Central do Brasil (BACEN), que averigua se as administradoras possuem as condições para oferecê-lo.

No site da autarquia federal são divulgadas periodicamente as empresas que estão autorizadas a comercializar planos de consórcio. Ao checar esses dados, o indivíduo pode realizar esse tipo de poupança como um investimento de baixo risco e com mais segurança.

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